Ecossistema
de inovação
Conectar quem já move a cidade — universidades, empresas, comunidades, poder público, agências de fomento — numa rede que se enxerga, conversa e age junto.
O Pacto pela Inovação de Uberlândia é o que acontece quando gente inquieta resolve mover a cidade ao mesmo tempo. Não é selo. Não é palco. É infraestrutura cívica — com projetos auditáveis, status em público e governança em construção.
Antes do Pacto, já havia gente inquieta. Empreendedor fora da curva. Pesquisador teimoso. Gestor público que arrisca. Startup vendida para o Vale do Silício. Empresa que adquire nove negócios em três anos. Comunidade eleita a melhor do Brasil em 2024 e 2025.
Existe inovação acontecendo aqui há muito tempo. Faltava um lugar comum onde cada um soubesse onde encaixa — e onde os outros estão. Faltava o costurado, não o tecido.
O Pacto é a costura. Não substitui ninguém. Não captura ninguém. Não centraliza. Articula.
Pessoas inquietas, reunidas. Decisões em público. Contas prestadas. Projetos com dono, status e próximo passo. É movimento, não monumento. É união, não vitrine. É cidade.
Princípio, metodologia, tríplice hélice, foco, governança e a Mesa. Antes de entrar em projetos, status e portas, vale alinhar o básico — sem rodeio institucional.
O Pacto pela Inovação em Uberlândia é uma proposta de movimento de articulação e eficiência na realização de projetos transformadores e com amplo impacto para a cidade.
O objetivo é criar condições para que Uberlândia se transforme em um polo de inovação, atração de investimentos e empreendedorismo. O convênio prevê o compartilhamento de recursos e parcerias com o poder público e a iniciativa privada.
A ideia é unir forças da cidade, de todos os segmentos, em prol de uma agenda comum.
O Pacto não substitui nada, não compete com ninguém. Uberlândia já é um ecossistema vivo — com universidades, comunidades, hubs, startups, indústria, governo. O Pacto soma a essa força, dá agenda comum e visibilidade, e olha para o futuro da cidade.
Tudo por meio de um compromisso coletivo com divisão de responsabilidades, combinação de forças, disponibilização dos melhores recursos e senso de urgência.
Somos inspirados no Pacto Alegre de Porto Alegre, cujo presidente é um dos idealizadores do projeto Barcelona @22. O espanhol Josep Piquè assessora o Pacto.
Com a metodologia utilizada por Piquè, as instituições envolvidas criam mecanismos para conectar e construir uma rede de desafios que permita transformar Uberlândia em uma referência mundial em inovação.
A Tríplice Hélice é o modelo que sustenta o Pacto: as três forças que historicamente trabalhavam em paralelo agora operam juntas, com agenda comum, cadência pública e prestação de contas. Não é fórum de discussão — é articulação operacional.
A Mesa* define desafios e projetos com um único alvo: melhorar o ecossistema de inovação e startups de Uberlândia. É essa a agenda. É essa a vocação. É isso que queremos transformar.
Conectar quem já move a cidade — universidades, empresas, comunidades, poder público, agências de fomento — numa rede que se enxerga, conversa e age junto.
Criar condições reais para que startups nasçam, cresçam, captem investimento e gerem tração de mercado a partir de Uberlândia — sem precisar migrar.
O Pacto não tem sede. Cada reunião acontece num signatário diferente — UFU num mês, Sebrae em outro, FIEMG no seguinte, ACIUB depois. Quem recebe abre as portas, mostra o que faz e entra na conversa de igual pra igual. É a Tríplice Hélice em movimento literal pela cidade.
Cada uma com papel claro, cadência firme e prestação de contas pública. É assim que a Mesa coordena — sem mandar.
Onde a Tríplice Hélice senta junto e define a agenda da cidade. Aprova diretrizes, define prioridades, abre novos macrodesafios. É aqui que o rumo é traçado.
Acompanha a execução, destrava o que travou e leva à Mesa o que exige decisão estratégica. Petit comitê hoje, Comitê Executivo em 2026.
Cada projeto tem uma instituição dona e uma pessoa-âncora. O guardião é a cara do projeto — responde por status, gargalo e próximo passo. Sem guardião, não anda.
Quem executa, contribui, mentora, financia, divulga, cria, codifica, participa. Todo mundo cabe. O Pacto só existe porque o ecossistema existe.
Por trás de uma agenda de cidade existe gente — e instituições. Um petit comitê provisório de sete pessoas, junto com as entidades de iniciativa, tirou o Pacto do papel. Articularam as primeiras reuniões, recolheram a posição de cada projeto, mantiveram a casa em movimento. É uma estrutura temporária. Agora estamos discutindo a próxima governança.
Os 22 projetos do Pacto se organizam em cinco macrodesafios estratégicos, definidos pelo Petit Comitê do Pacto pela Inovação em Uberlândia. Identificamos que a cidade precisava melhorar sua maturidade em governança e pensar em projetos de longo prazo — daí nasceu a agenda.
Aqui você vê o que avança, o que está em tração e o que precisa destravar. Sem filtro institucional. Um projeto que precisa destravar vale mais em vermelho do que escondido em verde. Clique em qualquer projeto para abrir o raio-X completo com responsáveis, entidades envolvidas e linha do tempo.
Posts, eventos, ações no campo, encontros, benchmarks. O Pacto se conta pelo que faz — não pelo que promete. Feed em tempo real com o que está acontecendo nas redes sociais dos signatários e dos guardiões.
Fotos das mesas, dos encontros, das mãos que articulam — porque pacto sem rosto vira papel. Arraste pra ver mais.
As instituições que sustentam o Pacto contam, em primeira pessoa, por que estão na mesa e qual é o papel de cada uma na próxima etapa.
Universidades, federações, sindicatos, empresas, comunidades, poder público. A base institucional que dá legitimidade e capacidade de execução. Cada uma com cara, voz e responsabilidade. 28 fundadores + 7 adesões posteriores em integração.
Quarenta logos rolando não é mérito.
É consequência — de quem chegou onde,
de quem topou sentar junto, de quem não esperou.
Veja como Uberlândia chegou aqui — e pra onde está apontando.
Não é o início do ecossistema — é o ponto em que ele resolveu se organizar. Antes do Pacto, já havia gente movendo. O Pacto é a costura.
UFU como polo de pesquisa desde os anos 70. Sankhya, Algar, Sicoob, BAT e dezenas de outras nascendo daqui. Uberlândia já era cidade de empresa — só não tinha agenda comum de inovação.
R$ 12,5 bi+ em movimentos tech — M&A, captações, vendas. Sankhya adquire 9 startups em 3 anos. Startups locais vendidas para o Vale do Silício. UberHub eleita melhor comunidade de tecnologia do Brasil em 2024.
O Petit Comitê do Pacto pela Inovação organiza, pela primeira vez, uma agenda unificada de empreendedorismo, startups e inovação para a cidade. 5 macrodesafios. 22 projetos. Sai do papel a ideia do Pacto.
28 signatários no palco. Uberlândia se torna a primeira cidade de Minas Gerais com Pacto pela Inovação. Petit comitê provisório assume a articulação inicial. UberHub eleita melhor comunidade pelo 2º ano consecutivo.
PRIMEIRO DE MGStatus, guardião, gargalo e próximo passo de cada projeto — atualizados em público. UFU e Sebrae confirmados como parceiros estratégicos. Hub IA e InterHub em fusão operacional. 35 signatários — 28 fundadores + 7 adesões em integração.
Estamos numa transição que vai amadurecer o ecossistema. O petit comitê provisório dá lugar a uma estrutura permanente. Próximo passo: definir o executivo do Pacto e o Comitê Executivo — quem responde pelo dia a dia e quem decide o rumo.
PRÓXIMO PASSO · GOVERNANÇAEm paralelo à governança, três frentes:
Inovação de cidade não se faz com palco. Se faz com gente entrando na agenda. Escolha por onde você entra.
Não precisa preencher formulário, mandar e-mail nem esperar resposta. Chama no WhatsApp. A Renata coordena a articulação institucional do Pacto e responde pessoalmente.
A próxima Mesa já tem data. Os próximos guardiões estão sendo chamados. O Comitê Executivo está em construção. Não é um convite vago — tem cadeira sobrando, projeto esperando dono, dataset pra ceder, hora técnica pra doar. Escolha por onde entra.